O ex-príncipe Andrew sublocou três casas de campo dentro da residência real de Windsor durante anos, conforme revelou um relatório do Escritório Nacional de Auditoria. O ex-membro da família real, que viveu na Royal Lodge desde 2003, não pagava aluguel pela mansão de 30 cômodos.
O relatório do órgão de controle de contas públicas britânico detalha que as receitas geradas pela sublocação das casas de campo foram pagas a Andrew Mountbatten-Windsor. Ele ocupava a residência com sua ex-esposa Sarah Ferguson mediante um contrato de arrendamento de 75 anos, cujo aluguel era considerado simbólico, mas efetivamente zero.
A falta de transparência no uso das propriedades reais gerou controvérsia, intensificada após a destituição do ex-príncipe em 2025. A polícia também investiga o ex-príncipe por descumprimento no exercício de função pública, pois ele é suspeito de ter repassado documentos econômicos confidenciais a Jeffrey Epstein entre 2001 e 2011.
Outros membros da família real também possuem residências em palácios reais de Londres, com custos cobertos por recursos pessoais do monarca. O herdeiro do trono, Príncipe William, paga mais de 300 mil libras por ano de aluguel para ocupar a residência Forest Lodge, em Windsor.


