A fabricante de semicondutores de Taiwan é considerada peça central na cadeia de suprimentos de inteligência artificial. O CEO da empresa afirmou que a oferta global de chips não atenderá à demanda por anos e reiterou crescimento de receita superior a 30% para 2026. A análise projeta um caminho para a empresa atingir US$ 700 por ação até 2030.
Apesar de estar próxima de patamares recordes, a empresa enfrentou recentes quedas de preço devido a fatores como disputas de patentes e menções à concorrência de outras empresas. Além disso, Taiwan avalia controles de exportação mais rígidos de chips avançados para a China, o que pode afetar o acesso dos clientes.
O consenso de Wall Street estabelece um alvo de US$ 467,84, mas projeções mais otimistas chegam a US$ 577,03. Para alcançar a meta de US$ 700 até 2030, a empresa precisaria de um ganho de 64,4% a partir do preço atual de US$ 425,83. Isso exigiria uma expansão de múltiplos significativa.
Três fatores são apontados como catalisadores para o crescimento: a parceria estratégica com a NVIDIA, a produção em massa de chips de 2nm com bom rendimento inicial e um investimento de US$ 250 bilhões dos Estados Unidos. O CEO também descartou os planos de recuperação de concorrentes como um “sonho inatingível”.

