Alberto Núñez Feijóo questionou a Lei de Memória Democrática, alegando que o aumento do censo eleitoral decorrente da norma constitui ‘engenharia eleitoral’ visando novos eleitores. A declaração ocorreu em meio a discussões sobre as próximas eleições gerais de 2027.
O chefe da oposição manifestou forte oposição à lei que concede nacionalidade, levantando dúvidas sobre o impacto no registro eleitoral. Segundo Feijóo, a aplicação da legislação visa o interesse de obter novos eleitores.
Até o momento, 2,45 milhões de descendentes de espanhóis solicitaram a nacionalidade amparados pela Lei de Memória Democrática. Esses indivíduos terão direito ao voto nas eleições gerais, pois isso é uma condição intrínseca à nacionalidade, conforme estabelece a Constituição.
Além da questão da lei de nietos, Feijóo também propôs a reforma da legislação eleitoral. Ele defende que o partido vencedor nas eleições gerais de 2027 receba um ‘plus de deputados’ no cálculo das cadeiras do Congresso.

