Centenas de cidades do Nordeste iniciaram os festejos juninos de 2026, gerando projeções de aumento de turistas e renda. Os eventos reforçam o patrimônio imaterial brasileiro, reunindo danças e culinária típica, segundo o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano.
Os festejos se consolidam como atração de turistas domésticos e estrangeiros, movimentando a indústria do turismo e gerando emprego. Em Campina Grande, a 43ª edição do Maior São João do Mundo começa nesta sexta-feira (5) e deve movimentar mais de R$ 800 milhões na economia local, com estimativa de público superior a 3,5 milhões de pessoas.
Outras cidades registram grandes movimentações. Petrolina (PE) estima movimentação de cerca de R$ 350 milhões e criação de 20 mil empregos. Em Aracaju (SE), a previsão é de movimentação acima de R$ 400 milhões, com expectativa de público superior a 2,5 milhões de pessoas. Na Bahia, a expectativa é superar os 1,8 milhão de visitantes que circularam no período junino de 2025.
Em nível nacional, os festejos juninos são um motor econômico importante, atrás apenas do Natal e do Carnaval em volume financeiro. Em 2025, a movimentação total foi de cerca de R$ 7,4 bilhões, e o Ministério do Turismo promoveu ações em Buenos Aires para estimular o fluxo de turistas argentinos.


