O Mundial de Futebol nos Estados Unidos, Canadá e México deve ser o evento mais lucrativo da história da FIFA. A organização projeta arrecadar 13 bilhões de dólares no ciclo de quatro anos, controlando a venda de direitos de transmissão e ingressos.
A FIFA, Federação Internacional de Associações de Futebol, concentra a maior parte dos lucros do torneio, seguindo o modelo de grandes eventos esportivos. As nações anfitriãs, por sua vez, dependem de receitas com hospedagem e turismo, mas arcam com custos de segurança e renovação de estádios.
A receita da FIFA vem de fontes chave, como a venda de direitos de transmissão e ingressos. No Mundial do Catar, a organização obteve 3,4 bilhões de dólares apenas com direitos de transmissão. Com a expansão para 48 equipes neste ano, a projeção de receita ultrapassa 4 bilhões de dólares nessa área.
Além disso, a FIFA aprimorou a venda de ingressos com um sistema de precificação dinâmica. A organização também recebe grandes valores de patrocínio, como contratos exclusivos com marcas globais como Adidas, Aramco e Coca-Cola.
Em contraste com os ganhos da FIFA, estudos apontam que o torneio pode gerar um impacto financeiro negativo para empresas. A imprensa internacional alertou que companhias podem perder US$ 17 bilhões devido à redução da produtividade dos funcionários, já que 37% dos trabalhadores podem ajustar sua jornada de trabalho.

