A Copa do Mundo de 2026 terá a participação de filhos de jogadores históricos em seus gramados nos Estados Unidos, México e Canadá. A geração de “nepo babies” encontra espaço no torneio, conectando novos atletas a legados de Copas anteriores.
No gol, Luca Zidane, filho de Zinedine Zidane, defenderá a Argélia. Na defesa, Lee Tae-Seok, da Coreia do Sul, é filho de Lee Eul-Young, que participou da semifinal da Copa de 2002. Mamadou Sarr, do Senegal, segue o caminho do pai, Pape Sarr, que eliminou a França na estreia do Mundial de 2002.
No meio-campo, Giuliano Simeone representa a Argentina, filho de Diego Simeone. Kristian Thorstvedt, da Noruega, disputará o Mundial no mesmo país onde seu pai, Erik Thorstvedt, foi goleiro titular em 1994. No ataque, Marcus Thuram, da França, é filho de Lilian Thuram, símbolo da geração campeã de 1998.
Erling Haaland, atacante norueguês, tem pai, Alf-Inge Haaland, que jogou na Copa de 1994. A ligação familiar se estende a outros casos, como Rani Khedira, da Tunísia, irmão mais novo de Sami Khedira, campeão mundial pela Alemanha em 2014.

