Três funcionários de uma operação de salto de rope jump foram presos em Limeira, São Paulo, após uma jovem de 21 anos morreu no sábado, dia 13, ao cair da Ponte do Esqueleto sem as cordas de segurança.
A Polícia Civil investiga o caso como homicídio com dolo eventual. Os responsáveis pela atividade afirmaram em depoimento que não souberam explicar por que a jovem foi lançada sem os dispositivos de segurança. A delegada responsável pela investigação, Andrea Levy, informou que os três funcionários presos declararam não se lembrar de quem deveria fiscalizar ou instalar os equipamentos.
Em depoimento, um dos investigados disse que as inspeções eram realizadas normalmente antes dos saltos, mas não soube apontar a responsabilidade pela ausência das cordas. Outro funcionário explicou que a instalação e conferência dos cabos eram feitas de forma alternada entre os integrantes da equipe, sem uma definição rígida de quem executaria cada etapa.
Além da dinâmica do acidente, a polícia apura o desaparecimento de uma câmera que estaria com a jovem no momento da queda. O coordenador pedagógico presente no local afirmou que o grupo responsável pelos saltos não possuía registro formal ou CNPJ, fato descoberto após a tragédia.

