Investir no exterior com diversificação permite aproveitar a força de moedas como dólar e euro, distribuindo capital em diferentes geografias e classes de ativos. Essa estratégia visa mitigar riscos e aumentar o potencial de rendimento do patrimônio brasileiro.
A diversificação internacional pode ser realizada por meio de BDRs, que são certificados negociados na Bolsa de Valores brasileira (B3) representando ações estrangeiras. Outra modalidade são os ETFs, fundos negociados em bolsa que replicam o desempenho de índices de mercados globais, permitindo a compra de centenas de empresas com uma única operação.
Além dos certificados, instituições financeiras oferecem corretoras internacionais e contas globais. Essas contas podem proporcionar vantagens como conversão rápida de moedas e maior segurança em viagens, embora taxas de spread e IOF incidam sobre as transferências.
Especialistas recomendam o investimento internacional para proteger o patrimônio contra a desvalorização do real. Contudo, mesmo utilizando moedas mais fortes, flutuações cambiais podem impactar o valor convertido em reais, exigindo atenção às obrigações fiscais e declarações à Receita Federal.


