As potências do G7, reunidas em Evian, França, apelaram às empresas de tecnologia para criar ferramentas que assegurem a segurança online de crianças e adolescentes. O apelo ocorreu durante a conclusão da cúpula, em meio a preocupações sobre o impacto da inteligência artificial.
A declaração conjunta do G7, que incluiu Brasil, Coreia do Sul, Egito, Índia e Quênia, solicitou que provedores de serviços digitais implementem sistemas que garantam experiências seguras e adequadas à idade. Os países do grupo alinharam-se no princípio de proteger os menores nas redes sociais.
Em ações individuais, o primeiro-ministro britânico anunciou a proibição de redes sociais para menores de 16 anos no Reino Unido, enquanto a França avalia medida similar. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou que cidadãos e empresas devem usar os melhores modelos de IA com total segurança.
A cúpula também abordou a tecnologia da Anthropic, empresa americana de IA, que suspendeu o acesso à sua versão mais potente por ordem de Washington, citando risco à segurança nacional. O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, participou do evento como convidado.

