Gastos extras contratados por governos federal e estaduais impactam as contas públicas brasileiras, com estimativa de 2% do Produto Interno Bruto (PIB). O governo federal deve absorver 0,9 ponto percentual desse montante, enquanto os estados ficam com 0,6 ponto percentual.
A expansão dos gastos públicos, caracterizada pela distribuição de benefícios eleitoreiros, ocorre tanto no âmbito federal quanto nos estados. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem sido citado por sua distribuição de tais benefícios, e governadores também realizam despesas adicionais.
O impacto total das despesas extras contratadas nas contas públicas é estimado em cerca de 2% do PIB. Desse valor, o governo federal deve arcar com 0,9 ponto percentual. Os governos estaduais devem absorver 0,6 ponto percentual, sendo que o restante, 0,5 ponto percentual, corresponde a gastos realizados fora das metas fiscais estabelecidas.

