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Tecnologia

Google impõe limites ao uso do Gemini pela Meta

Carla Fernandes
Última atualização: 28 de junho de 2026 09:48
Carla Fernandes
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Tempo: 2 min.
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O Google impôs restrições ao uso dos modelos de inteligência artificial Gemini pela Meta porque não conseguiu fornecer toda a capacidade computacional solicitada pela empresa de mídias sociais. A medida afeta projetos internos da Meta, que agora orienta funcionários a usar os tokens de IA de forma mais eficiente.

A gigante das buscas, Alphabet, restringiu o acesso a vários clientes devido a limitações na infraestrutura de IA. A Meta, que inicialmente utilizava o Gemini por ser superior aos seus modelos de código aberto Llama, usava a ferramenta para automatizar processos de segurança, como o combate a golpes e a remoção de conteúdo prejudicial. Contudo, a empresa tem aumentado o uso de seu modelo Muse Spark para reduzir a dependência de soluções externas.

O avanço da inteligência artificial testa os limites da capacidade computacional e da energia necessária para manter os centros de dados. Em um movimento para suprir essa demanda, o Google concordou em pagar à SpaceX, de Elon Musk, US$ 920 milhões por mês por capacidade de processamento, como parte de um acordo de US$ 30 bilhões com duração até meados de 2029.

Em paralelo, a Meta implementou reestruturações corporativas. A empresa anunciou cortes de 10% de sua força de trabalho, totalizando cerca de 8.000 postos, visando compensar os altos custos com IA. Além disso, 7.000 funcionários foram realocados para novas funções ligadas à inteligência artificial.

TAGGED:computação em nuvemGeminiGoogleinfraestrutura-iaInteligência ArtificialMeta
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