O Ministério da Fazenda recuou da decisão de omitir documentos de processos de autorização de casas de apostas esportivas e prometeu ampliar a transparência sobre o tema. A mudança ocorre após críticas sobre o sigilo imposto a informações do setor, que poderiam restringir o acesso por até 100 anos.
A pasta havia negado pedidos baseados na Lei de Acesso à Informação (LAI), justificando que os processos continham dados pessoais de sócios e administradores das empresas. Diante da repercussão, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, anunciou uma força-tarefa com a Controladoria-Geral da União (CGU) para revisar os critérios adotados.
O objetivo é viabilizar a divulgação dos documentos relativos às empresas de apostas que operam no mercado brasileiro, preservando apenas os dados protegidos por lei. Críticos da medida anterior afirmaram que o sigilo dificultava a fiscalização pública sobre a atuação das plataformas e sobre as decisões do governo no setor.

