A Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social (Sedes) do Rio Grande do Sul emitiu alertas contra golpes perpetrados por falsos agentes de desenvolvimento da família (ADF). A medida visa proteger a população contra tentativas de obtenção de dados pessoais ou extorsão financeira por indivíduos que se passam por representantes do programa “Família Gaúcha”.
As orientações da Sedes determinam que os beneficiários não recebam pessoas que se apresentem como agentes do programa sem identificação adequada. Os profissionais devem portar uniforme específico, que inclui boné, camiseta, colete ou jaqueta, além de crachá. Além disso, utilizam veículo adesivado com os emblemas do Estado, do programa e da parceira executora.
Em caso de dúvida sobre a autenticidade dos profissionais, a família deve contatar o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) de sua região. O programa “Família Gaúcha”, criado em 2025, acompanha núcleos selecionados por 22 meses, com foco na autonomia das famílias em situação de vulnerabilidade.
A iniciativa, que atende mais de 10 mil famílias em 92 municípios do estado, recebe um investimento superior a R$ 120 milhões do Fundo do Plano Rio Grande (Funrigs). O Centro de Integração Empresa-Escola (Ciee-RS) é parceiro da Sedes na execução do projeto.


