O governo planeja implementar medidas para regulamentar o kratom, como elevar a idade mínima para 21 anos, endurecer regras de lojas físicas e instituir imposto sobre consumo. As propostas geram debate sobre a necessidade de aplicar regras similares a álcool e tabaco.
A presidente do clube parlamentar do STAN apoiou o aumento da idade e a maior tributação, mas não viu adequação na proibição de vendas online. Um consultor científico do coordenador antidrogas explicou que o controle digital já é rigoroso, exigindo verificação de identidade bancária e na retirada do pacote.
O mesmo consultor sugeriu que a regulamentação estrita do kratom deve servir de inspiração para outras substâncias, como álcool e tabaco. Um pedagogo universitário concordou que os riscos de substâncias legais de hábito devem ser discutidos em geral, aplicando-se as mudanças a todos os produtos.
Em contrapartida, um ministro sombra da saúde, do ODS, criticou os planos do ministério das finanças, alegando que o aumento de impostos não garante maior receita estatal e pode levar ao aumento do mercado ilegal. Ele classificou os planos como “uma visão de diletantismo econômico”.

