Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Governo Reflete Sobre Bancas de Cotas Raciais
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Justiça

Governo Reflete Sobre Bancas de Cotas Raciais

Carla Fernandes
Última atualização: 20 de junho de 2026 03:03
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

Uma servidora, autodeclarada negra, foi reprovada em banca de heteroidentificação do Itamaraty e exonerada do cargo. Após firmar acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU) em 15 de junho, o ministro da AGU, Jorge Messias, afirmou que o governo deve promover uma reflexão sobre o processo.

As bancas de heteroidentificação validam a autodeclaração de candidatos a vagas reservadas para pretos, pardos, indígenas e quilombolas em concursos. A Lei 15.142, de 3 de junho de 2025, elevou essa reserva para 30% e incluiu os pardos, indígenas e quilombolas. O decreto regulamentador, 12.536/2025, determina que as comissões usem apenas o critério fenotípico, vedando laudos médicos ou genéticos.

A diretora do Instituto Luiz Gama, Waleska Miguel Batista, explica que a análise deve focar em características visíveis, como cor da pele e tipo de cabelo. Ela afirma que, apesar de casos de judicialização, poucos comprovaram falhas no modelo, e que as bancas garantem a posse de pessoas negras, reduzindo fraudes.

O ministro da AGU, Jorge Messias, comentou o caso da servidora, que havia sido exonerada em maio de 2026. Segundo o acordo, a União adotará providências para a posse, sem efeitos retroativos. O ministro declarou que o caso mostra que o governo pode evoluir e corrigir rotas por meio de aprendizado institucional.

TAGGED:ações afirmativasAGUConcursoscotas-raciaisheteroidentificacaoServiço Público
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Defesa Civil do Paraná nega alerta com mensagem de “misantropia”
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?