A gravadora da cantora Ana Castela negou o vínculo profissional entre a artista e um homem acusado de assédio a uma menor de 13 anos, após a associação falsa ter circulado nas redes sociais. A empresa emitiu nota oficial e adotou providências legais contra a disseminação de conteúdo falso.
O caso ganhou destaque após um vídeo de confronto entre uma mãe de Londrina, Paraná, e o suspeito, que se passou pela jovem de 13 anos. A associação do acusado à equipe musical de Ana Castela, contudo, era falsa, segundo a gravadora AgroPlay.
Em comunicado, a AgroPlay afirmou que o indivíduo não é músico da cantora, não integra sua equipe e nunca teve relação profissional com ela. A gravadora classificou a divulgação da notícia como disseminação de conteúdo falso, alegando que o caso causa dano à imagem e à honra da artista.
O departamento jurídico da AgroPlay iniciou ações contra o perfil que publicou a informação original. A empresa também deixou aberta a possibilidade de processar quem reproduzir o conteúdo inverídico. A legislação brasileira prevê infrações como calúnia, difamação e danos morais para quem vincula indevidamente nomes públicos a crimes graves.

