Um morador haitiano de Santos, São Paulo, acompanha a partida entre Brasil e Haiti na Copa do Mundo 2026. O professor de idiomas, que vive no Brasil há quase 14 anos, espera que a seleção haitiana surpreenda, embora torça pela equipe brasileira.
O morador, que também é conhecido localmente como ‘Balô’ devido à semelhança com um jogador de futebol, relatou que sua experiência no Haiti foi marcada pelo terremoto de 2010. Ele afirmou que o evento “acabou com o país e até hoje o país está sofrendo”. Após o desastre, ele buscou serviço em missão da ONU e, após quatro ou cinco anos, foi contratado como intérprete.
Atualmente, ele leciona inglês e francês em Santos. Em relação ao jogo, ele reconhece o potencial do Haiti, citando jogadores experientes como Bellegarde, que joga na Inglaterra, e Adé, que atua na Libertadores. O professor declarou que “o futebol não é na boca, é no campo” e que qualquer time pode vencer.
Apesar da expectativa de uma surpresa haitiana, ele palpitou que o Brasil fará o primeiro gol e que o jogo será disputado, com o Brasil levando a partida.

