A Igreja Católica registrou um aumento em sua arrecadação via Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) em 2024, atingindo 149 milhões de euros. Esse resultado ocorre enquanto o percentual de contribuintes que marcam a opção fiscal da instituição caiu de 21,7% em 2007 para 10,1% no último ano com dados.
Os dados da Agência Tributaria mostram um contraste na base de apoio fiscal da Igreja. Em 2007, 21,7% dos contribuintes destinavam parte de sua cota à instituição. Em 2024, esse índice despencou para 10,1%, segundo a Agência Tributaria.
Apesar da queda no número de optantes, a receita da Igreja não diminuiu. A instituição passou de 143 milhões de euros em 2007, ano em que os contribuintes podiam destinar 0,7% da cota, para 149 milhões no último exercício.
O motivo do crescimento da receita reside no perfil dos contribuintes que escolhem a opção. Quem opta por essa destinação fiscal possui rendas crescentes, o que faz com que o percentual de 0,7% represente um valor maior a cada ano.

