Moradores de Água Quente, em Teresópolis, Rio de Janeiro, denunciam a intensificação de uma infestação de moscas que afeta residências e comércios há mais de uma década. O problema, que se agravou em 2026, levou o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) a instaurar um procedimento para apurar responsabilidades.
A proliferação dos insetos, segundo relatos, começou após a expansão de granjas na região e se intensificou com a instalação de uma fábrica de ração nas proximidades. Os moradores afirmam que as moscas invadem casas, cozinhas e áreas de convivência, causando desconforto constante.
O MPRJ acompanha o caso e expediu recomendações às empresas apontadas. O órgão também solicitou vistorias à Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento e à Divisão de Vigilância Sanitária de Teresópolis. O objetivo é avaliar as condições locais e identificar fatores que contribuem para a infestação.
A Secretaria Municipal de Saúde informou que monitora a situação em Água Quente e orienta a comunidade a registrar denúncias na Ouvidoria Geral do Município. Apesar das investigações, os moradores cobram medidas mais efetivas para solucionar o problema.

