Jaques Wagner deixou a liderança do governo no Senado após uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Palácio do Alvorada. Cristiano Noronha, analista político, afirma que a saída não será suficiente para conter os danos políticos.
A decisão foi anunciada pelo próprio senador por meio de suas redes sociais, sendo descrita por ele como consensual. Wagner alega que a motivação para o afastamento seria a necessidade de se dedicar à sua defesa nas investigações em curso, além de atuar na formação do palanque de Lula na Bahia e preparar sua tentativa de reeleição ao Senado.
Cristiano Noronha, vice-presidente da Arko Advice, avaliou que a saída de Wagner não é suficiente para conter os danos políticos. “O próprio escândalo Vorcaro atinge muitas autoridades, e muitos nomes devem continuar repercutindo politicamente, causando desgaste ao governo”, disse.

