Um veículo de comunicação enfrentou críticas de leitores após publicar um perfil detalhado de uma atriz gerada por inteligência artificial. A matéria, que aborda as implicações da tecnologia, gerou questionamentos sobre o tratamento dado à criação digital como celebridade.
O perfil, escrito por uma jornalista, detalha a criação da atriz, que é fruto de uma empresa de IA. A matéria, com quase oito mil palavras, analisa a natureza dessa criação e seus impactos no setor de entretenimento. A reportagem não é um elogio à inteligência artificial, mas sim um questionamento sobre suas promessas.
Muitos leitores manifestaram descontentamento com a plataforma dada ao projeto de IA, além de criticarem o enquadramento da criação como uma celebridade real. A jornalista, ao longo do texto, questiona a essência da personagem, afirmando que “Tilly é apenas um computador”.
A autora discute a dificuldade de separar a arte do artista, concluindo que, no caso da criação digital, ela pode ser classificada como conteúdo de baixa qualidade, adequado para plataformas de streaming, mas não para obras de grande valor artístico.


