O julgamento federal de um homem acusado de envolvimento na morte do CEO da UnitedHealthcare foi adiado para janeiro de 2027. A juíza federal de Manhattan tomou a decisão para evitar sobreposição com o processo estadual, que deve começar em setembro deste ano.
A magistrada Margaret Garnett determinou que a seleção dos jurados do processo federal inicie em 5 de janeiro de 2027, com as alegações de abertura marcadas para 25 de janeiro. Segundo a juíza, conduzir os dois casos simultaneamente comprometeria a preparação da defesa e a administração da Justiça.
O réu, de 28 anos, responde na esfera estadual por acusações ligadas ao assassinato do CEO, ocorrido em dezembro de 2024, em Manhattan. No processo federal, ele responde por duas acusações de perseguição interestadual, após outras acusações serem retiradas pela Justiça no início deste ano. O acusado se declara inocente em todas as acusações.
Durante a audiência desta segunda-feira, o acusado compareceu vestindo uniforme cáqui da prisão. Sua chegada ao plenário atrasou porque ele ficou preso em um elevador do tribunal por cerca de 20 minutos, episódio confirmado pela imprensa americana. O caso também gerou debate nacional sobre o sistema de saúde dos Estados Unidos.

