Uma juíza de Bogotá proibiu o candidato de ultradireita à presidência da Colômbia, Abelardo de la Espriella, de usar a camisa da seleção nacional como símbolo político. A determinação veio após reclamações da esquerda durante a campanha para o segundo turno, marcado para 21 de junho.
A decisão judicial exige a “cessação imediata e definitiva” do uso da camisa como identificador de seu partido, campanha ou imagem pessoal em locais públicos ou em qualquer meio. O advogado de 47 anos, considerado favorito nas pesquisas, costuma usar a camisa em eventos, próximo ao início da Copa do Mundo na América do Norte, que começa em 11 de junho.
O candidato de esquerda, Iván Cepeda, acusou o ultradireitista de se apropriar do símbolo. A politização da camisa tricolor gerou desconforto entre os apoiadores da esquerda, enquanto a extrema direita defende o uso como um ato de “patriotismo”.
A Colômbia disputará sua primeira partida na Copa do Mundo em 17 de junho contra o Uzbequistão.


