Líderes mundiais saudaram o acordo de 14 pontos assinado entre Estados Unidos e Irã na quarta-feira, 17 de junho. O memorando, que entrou em vigor imediatamente, prevê a reabertura do Estreito de Ormuz e a redução da capacidade nuclear iraniana, segundo autoridades.
O acordo foi assinado pelo presidente dos Estados Unidos e pelo presidente iraniano. O primeiro-ministro do Paquistão, que mediou as negociações, afirmou que o documento determina como medidas iniciais a reabertura do Estreito de Ormuz e o fim do bloqueio naval imposto pelos Estados Unidos.
O presidente francês, Emmanuel Macron, declarou que o pacto “abre caminho para uma paz duradoura” e pode levar à queda dos preços da energia. O secretário-geral da Otan, Mark Rutte, acolheu o memorando, dizendo que ele irá “reduzir” a capacidade nuclear do Irã e “restaurar a liberdade de navegação”.
Enquanto alguns líderes internacionais endossaram o pacto, senadores democratas americanos criticaram a medida. O líder da minoria no Senado afirmou que o acordo “será considerado um dos maiores desastres americanos”, e uma senadora declarou que “não vejo como isso ajuda uma única família americana”.

