A temporada de uso político da religião começou com declarações de um pré-candidato que classificou a eleição como uma “guerra espiritual”. A atitude, segundo críticos, repete um padrão de abuso do poder religioso durante o processo eleitoral.
O político, que é um dos pré-candidatos, afirmou que o pleito atual configura uma “guerra espiritual” e uma “luta contra o mal”. Essa declaração é vista por analistas como um roteiro de abuso do poder religioso.
Pastores, por serem líderes seguidos pelas congregações, restringem a liberdade de escolha dos fiéis ao se posicionarem abertamente em uma questão que deveria ser cívica. A imprensa aponta que o uso desse discurso por parte do político configura uma atitude farisaica.

