O presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou no G7, realizado em Évian-les-Bains, na França, que nunca foi um esquerdista. Durante conversa com o primeiro-ministro da Alemanha, Friedrich Merz, e a diretora-geral do FMI, Kristalina Georgieva, Lula defendeu que a Organização das Nações Unidas (ONU) adote o sistema eleitoral brasileiro.
Lula fez uma digressão sobre a presença de líderes de diferentes espectros políticos nos países ocidentais. Ele afirmou que a direita liderou esses países por mais tempo e concluiu que “o mundo não é de esquerda. O mundo é do caminho do meio. Essa é a verdade”. A diretora-geral do FMI, Kristalina Georgieva, comentou que, ao assumir a presidência, todos esperavam que ele fosse um esquerdista, o que Lula contestou.
O presidente brasileiro detalhou o funcionamento do sistema de votação nacional. Ele explicou que o processo é rápido, terminando às 17h, e que os resultados de 160 milhões de votos estão disponíveis às 19h. Lula questionou por que a ONU não adota o sistema eletrônico como orientação para outros países, enfatizando que o eleitor vota em 30 segundos.
Além disso, Lula comentou sobre a campanha eleitoral, dizendo que ela é curta e que há quatro ou cinco candidatos na disputa presidencial. Ele afirmou ser “o único eleito três vezes e possivelmente o único eleito quatro vezes”.

