A marca da Copa do Mundo masculina de futebol alcançou avaliação de US$ 5,2 bilhões na edição de 2026, que será sediada pelos Estados Unidos, México e Canadá. O dado, divulgado pela consultoria Brand Finance, mostra que o valor da marca cresceu 244% desde 2010, quando a competição foi realizada na África do Sul.
A trajetória de valorização contínua da principal competição de futebol masculino do planeta foi impulsionada pela ampliação do formato para 48 seleções. A consultoria aponta que o desempenho comercial ocorre em paralelo a debates sobre a governança da Fifa, incluindo questionamentos sobre preços de ingressos e a pausa nos tempos das partidas.
Os US$ 5,2 bilhões são distribuídos em cinco frentes. Acordos de patrocínio representam a maior parcela, totalizando US$ 1,9 bilhão, com parceiros como Adidas e Coca-Cola. Direitos de transmissão somam US$ 1,8 bilhão, enquanto a comercialização de ingressos alcança US$ 809 milhões.
A Copa do Mundo é um evento privado com fins lucrativos, realizado a cada quatro anos pela Fifa. A organização esclarece que a escolha das equipes participantes é feita por entidades privadas, como a CBF, sem influência do governo federal.

