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Leitura: Marciele Albuquerque se transforma em onça no Festival de Parintins
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Cultura

Marciele Albuquerque se transforma em onça no Festival de Parintins

Carla Fernandes
Última atualização: 27 de junho de 2026 23:23
Carla Fernandes
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Tempo: 1 min.
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Marciele Albuquerque, cunhã-poranga do Boi Caprichoso, protagonizou um momento na segunda noite do 59º Festival de Parintins, no Amazonas. Ela surgiu da alegoria “Curupira – O Guardião da Vida” e, durante a evolução, se transformou em onças, representando a força da natureza.

A apresentação, que ocorreu no sábado (27), integrou o subtema “O Chão Ancestral”, parte do projeto “Brinquedo que Canta seu Chão”. O espetáculo retrata a Amazônia como território vivo, protegido por guardiões da floresta, reforçando a importância da preservação ambiental e dos povos originários.

Ao som da toada “Trilha de Curupira”, Marciele Albuquerque defendeu o item 9. Sua dança simbolizou a ancestralidade e a resistência da mulher indígena, um aspecto central em sua trajetória na arena. O projeto artístico do Caprichoso usa o encantado para simbolizar a força que protege a mata contra ameaças.

A cunhã-poranga é reconhecida pela intensidade de suas apresentações, unindo arte e cultura. A lenda indígena que inspira a personagem defende a preservação da Floresta Amazônica.

TAGGED:boi-caprichosobumbacordomoconservacao-florestacultura-amazonicaFestival de ParintinsMarciele Albuquerque
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