Marciele Albuquerque, cunhã-poranga do Boi Caprichoso, protagonizou um momento na segunda noite do 59º Festival de Parintins, no Amazonas. Ela surgiu da alegoria “Curupira – O Guardião da Vida” e, durante a evolução, se transformou em onças, representando a força da natureza.
A apresentação, que ocorreu no sábado (27), integrou o subtema “O Chão Ancestral”, parte do projeto “Brinquedo que Canta seu Chão”. O espetáculo retrata a Amazônia como território vivo, protegido por guardiões da floresta, reforçando a importância da preservação ambiental e dos povos originários.
Ao som da toada “Trilha de Curupira”, Marciele Albuquerque defendeu o item 9. Sua dança simbolizou a ancestralidade e a resistência da mulher indígena, um aspecto central em sua trajetória na arena. O projeto artístico do Caprichoso usa o encantado para simbolizar a força que protege a mata contra ameaças.
A cunhã-poranga é reconhecida pela intensidade de suas apresentações, unindo arte e cultura. A lenda indígena que inspira a personagem defende a preservação da Floresta Amazônica.

