Uma médica sediada em São Luís, Maranhão, está liderando uma mudança no tratamento da menopausa no Brasil. Ela integra ciência, acolhimento e inovação, defendendo um cuidado integral que considera as particularidades de cada mulher.
A especialista argumenta que a menopausa não segue um padrão único, pois fatores como clima, genética e hábitos de vida influenciam a transição. Por isso, ela participa de pesquisa clínica do Instituto Embrace, visando compreender a manifestação da condição no Maranhão e na região Nordeste. A médica afirma que “A mulher maranhense merece um olhar próprio, baseado em sua realidade e em suas necessidades, e não protocolos importados de outras regiões ou de outros países”.
Para aprimorar seu conhecimento, a profissional buscou formação internacional em Boston, nos Estados Unidos, na Universidade de Harvard, onde estudou reposição hormonal. Esse histórico reforça sua convicção de que mulheres do Maranhão devem ter acesso a cuidados de ponta. Além disso, ela alerta que o acompanhamento hormonal deve iniciar aos 35 anos, pois “Prevenção hormonal é longevidade”.
Sobre temas como implantes hormonais, a médica explica que a polêmica surge da falta de informação. Ela declara que “A medicina hormonal exige responsabilidade, ciência e personalização. Não existe fórmula pronta”, enfatizando a necessidade de avaliação individualizada para o uso desses recursos.

