O Medicare Original oferece pouca cobertura para despesas médicas em viagens internacionais. Planos de saúde adicionais, conhecidos como Medigap, podem cobrir 80% dos custos de emergências, desde que a condição comece nos primeiros 60 dias da viagem.
O Medicare, em sua modalidade padrão, não cobre cuidados de saúde fora dos 50 estados dos EUA, Distrito de Columbia, Porto Rico e outras jurisdições específicas. Para a maioria dos viajantes, uma emergência médica no exterior, como um infarto ou queda, deixa o beneficiário responsável pela conta.
Para mitigar esse risco, seis planos Medigap padronizados oferecem benefício de emergência em viagem internacional. Os planos D, G, M e N são as opções atuais para quem se tornou elegível após janeiro de 2020. Esses planos cobrem 80% das cobranças por emergências médicas necessárias, após o pagamento de uma franquia anual de US$ 250.
O benefício possui um limite vitalício de US$ 50.000, que se aplica a todas as viagens. No entanto, a cobertura tem restrições: ela só vale se a emergência ocorrer nos primeiros 60 dias da viagem e não cobre procedimentos planejados ou medicamentos prescritos no exterior. Para viagens longas ou de alto risco, um seguro médico de viagem autônomo pode ser mais completo.

