Um médico americano foi liberado do isolamento em Bulovka, República Tcheca, após ser tratado por suspeita de Ebola. Ele chegou ao país em 21 de maio e permaneceu em um quarto de biossegurança, onde elogiou o cuidado dos profissionais de saúde.
O profissional, que atuava como médico de missão, relatou em entrevista a veículos de comunicação que, apesar do isolamento, sentiu conforto no tratamento recebido. Ele afirmou que superou a solidão imposta, mantendo contato diário com a família e auxiliando colegas à distância. O médico manifestou interesse em retornar ao trabalho no Congo no futuro.
A doença, que se espalha por contato com material contaminado, apresenta sintomas como febre, vômito e dores musculares. No Congo, a variante atual não possui vacina nem tratamento eficaz. Segundo dados, cem mortes foram registrados em sete dias, concentrando-se na província Ituri.
A República Tcheca já teve casos preventivos. Em maio, um militar tcheco foi isolado no Centro de Proteção Biológica em Těchonín após participar de uma missão de observação da ONU no Congo, embora nenhum caso de infecção tenha sido confirmado no país.


