O mercado global de tratamentos para celulite projeta crescimento significativo, podendo ultrapassar US$ 3 bilhões até 2030. Esse avanço ocorre em um contexto de maior valorização da aceitação corporal, mas com foco crescente em protocolos médicos e resultados individualizados.
Apesar do debate sobre o “corpo real” nas redes sociais, a celulite mantém a indústria da estética em expansão. Segundo Nívea Bordin Chacur, CEO da GoldIncision, a busca por procedimentos mudou de foco. Ela afirmou que “a estética amadureceu quando passou a falar menos de perfeição e mais de método, segurança e expectativa realista”.
O crescimento do segmento exige maior rigor técnico. Roberto Chacur, criador da GoldIncision, explicou que a condição não se resume a gordura ou falta de treino. Ele declarou que “na prática, envolve alterações estruturais da pele, septos fibrosos, circulação, fatores hormonais e características individuais”.
A GoldIncision, protocolo desenvolvido no Brasil, está presente em 10 países e foi aplicado em mais de 6 mil pacientes. A metodologia recebeu prêmio de Melhor Tratamento Corporal Não Cirúrgico no AMWC Awards, em Mônaco, nas edições de 2023 e 2026. Especialistas apontam que a decisão de buscar tratamento hoje está mais ligada à informação e à autonomia do paciente.

