O mercado financeiro elevou sua estimativa de inflação para 5,11% em 2026, segundo o Boletim Focus divulgado pelo Banco Central. A projeção, que aumenta pela 13ª semana consecutiva, reflete o impacto do petróleo no custo dos combustíveis.
A elevação da inflação é atribuída ao aumento do preço do petróleo, consequência da guerra no Oriente Médio, o que pressiona os custos de combustíveis no Brasil. Para o ano de 2027, a expectativa de inflação avançou de 4,02% para 4,03%.
Em relação aos juros, os economistas passaram a projetar um corte menor na taxa básica de juros. A estimativa para a Selic no final de 2026 subiu de 13,25% para 13,5% ao ano. Para 2027, a projeção foi de 11,5% ao ano, enquanto a taxa atual é de 14,5%.
O Conselho Monetário Nacional estabelece como meta a manutenção da inflação em 3% a partir de 2025, com variação aceitável entre 1,5% e 4,5%. Além disso, o crescimento do PIB em 2026 foi projetado em 1,91%, e a taxa de câmbio caiu para R$ 5,15 por dólar no final do ano.


