Fundos de mercados emergentes registraram retornos significativamente maiores que o S&P 500, superando 22% em alguns indicadores. Enquanto o índice doméstico subiu cerca de 8% no ano, fundos como o EMXC alcançaram cerca de 29,2% no mesmo período, segundo análise de mercado.
A disparidade de desempenho é estrutural. Em um ano completo, o IEMG registrou alta de cerca de 39%, e o EMXC, de aproximadamente 60%, contrastando com os 23% do S&P 500. A maioria dos investidores nos EUA mantém carteiras concentradas em grandes empresas domésticas, ignorando a alocação sugerida por modelos acadêmicos.
Vários fatores favorecem os mercados emergentes. A projeção de uma desaceleração do dólar americano, o relaxamento monetário em bancos centrais emergentes e o crescimento de lucros esperado são citados como impulsionadores. A forma como os fundos tratam a China define grande parte do desempenho. O IEMG inclui cerca de 23% em China, enquanto o EMXC exclui o país, o que explica parte da diferença de desempenho.
O IEMG é apresentado como a opção de custo baixo para exposição ampla, rastreando o MSCI Emerging Markets Investable Market Index. Contudo, o EMXC se destaca como uma escolha contrária, pois remove a China, realocando o peso para países como Taiwan, Coreia do Sul e Índia, que apresentaram forte crescimento em 2026.


