Os contratos de mini-índice (WINM26) fecharam a sessão de 3 de junho com queda de 2,57%, atingindo 170.725 pontos. A baixa reflete a pressão dos vendedores e a cautela dos investidores diante de tensões geopolíticas e tarifas comerciais dos Estados Unidos.
O índice acompanhou a forte queda do Ibovespa, um pregão marcado pelo aumento da aversão ao risco global. Ataques entre EUA e Irã elevaram a cautela, enquanto bolsas internacionais recuaram e o petróleo subiu. No Brasil, a nova rodada de tarifas americanas e a saída de capital estrangeiro pressionaram os ativos locais, com Vale e grandes bancos liderando as perdas.
Em análise técnica, o gráfico de 15 minutos mostra o mini-índice negociando abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, reforçando a pressão baixista. Para que a queda continue, será necessária a perda do suporte em 170.640/170.470 pontos. Caso esse nível seja rompido, os próximos alvos são 170.295/170.060 pontos, podendo avançar para 169.700/169.145 pontos.
Por outro lado, há possibilidade de repique técnico. Para isso, o fluxo comprador precisa superar a resistência em 170.945/171.295 pontos. Acima dessa faixa, o ativo pode buscar 172.045/173.070 pontos, com alvo mais amplo em 173.760/174.650 pontos. Contudo, a tendência principal, observada no gráfico diário, permanece de baixa.


