O Ministério da Pesca e Aquicultura estuda a ampliação da cota de tainha após a suspensão automática da pesca. A medida preventiva foi tomada porque a modalidade de arrasto de praia atingiu 90% do limite estabelecido para a safra de 2026, segundo o órgão.
A suspensão da atividade foi determinada pelo Ministério da Pesca e Aquicultura com base em avaliações atualizadas sobre o estoque da espécie. A decisão busca equilibrar a atividade econômica com a conservação da tainha para as próximas temporadas, afirmou o Ministério.
A pesca da tainha possui relevância econômica e cultural em Santa Catarina. Pescadores locais protestaram contra a proibição e organizaram um abaixo-assinado solicitando revisão da medida. O documento pede um aumento de, no mínimo, 30% na cota anual.
A expectativa é que o Ministério da Pesca e Aquicultura publique uma nova portaria sobre a liberação da cota até o final da semana. Após o fim da suspensão, as embarcações tiveram 24 horas para realizar o desembarque do pescado.


