O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, defendeu nesta quarta-feira a saída de Jaques Wagner da liderança do governo no Senado para que ele possa se “defender”. Marinho disse que a permanência ou não no cargo é um assunto que deve ser separado das investigações sobre o Banco Master.
Lúcio Marinho afirmou que ele e os membros do PT “gostam e respeitam” muito Wagner, mas ressaltou que a decisão sobre sua permanência no cargo deve ser tomada independentemente das investigações em curso.
Marinho também mencionou que Fernando Haddad, ministro da Fazenda, declarou que Wagner não atuou em favor do Banco Master no Congresso, contrariando as acusações recentes.

