A análise de mercado projeta que as ações da Netflix ultrapassem o patamar psicológico de US$ 100 em 18 de setembro de 2026. O modelo proprietário sugere uma recomendação de compra com 90% de confiança, dado o crescimento fundamental da empresa.
A ação da Netflix, que negocia atualmente a US$ 76,96, tem apresentado desempenho negativo no ano, com queda de 17,92% no período. No entanto, os fundamentos da companhia indicam trajetória ascendente. A receita do primeiro trimestre de 2026 cresceu 16,2% ano a ano, totalizando US$ 12,25 bilhões. Além disso, a gestão elevou a previsão de fluxo de caixa livre para 2026 para US$ 12,5 bilhões, mantendo a meta de margem operacional em 31,5%.
O principal motor do otimismo reside na receita publicitária. Espera-se que essa receita dobre para cerca de US$ 3 bilhões em 2026, enquanto o número de anunciantes cresce 70% em relação ao ano anterior. A soma disso, junto com mais de 325 milhões de assinantes pagos, sustenta o cenário otimista. Analistas de mercado registraram 37 recomendações de compra, 13 de manutenção e zero de venda.
O cenário pessimista aponta riscos como a amortização de conteúdo e a concorrência de gigantes como Disney, Amazon e Apple. Contudo, a projeção de longo prazo do modelo indica que a ação pode atingir US$ 525 em 2027 e US$ 1.820 em 2029, assumindo a continuidade da expansão publicitária e da monetização de compartilhamento de senhas.

