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Justiça

MP alega falta de qualificação dos instrutores em salto de risco

Carla Fernandes
Última atualização: 23 de junho de 2026 21:01
Carla Fernandes
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Tempo: 1 min.
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O Ministério Público defende a manutenção da prisão de três instrutores envolvidos na morte de uma jovem em Limeira (SP) no último final de semana. A promotoria afirmou que os homens, que atuavam como auxiliar de produção, pintor e autônomo, não possuíam a qualificação técnica necessária para conduzir a atividade de alto risco.

A morte ocorreu durante um salto de rope jump na Ponte do Esqueleto, onde a jovem caiu de cerca de 40 metros sem estar conectada às cordas de segurança. Os responsáveis foram presos em flagrante por homicídio com dolo eventual, acusação mantida após a conversão da prisão em preventiva.

Segundo a denúncia, a atividade, que gerava remuneração, exigia maior controle e fiscalização dos mecanismos de segurança. A delegada plantonista Andréa Dantas Levy comentou que, em um esporte de risco, era necessário checar as cordas três vezes, mas nenhuma foi colocada.

Os instrutores negam as acusações e alegaram ter sofrido um “apagão” durante o procedimento. A defesa dos investigados sustenta que possuem ampla experiência em atividades de aventura e que este seria o primeiro óbito em sua trajetória profissional.

TAGGED:AcidentehomicídioLimeiraMinistério Públicorope-jumpsegurança
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