O Ministério Público de Santa Catarina arquivou o caso do cão Orelha, após concluir que o animal não foi torturado nem morto. A conclusão do órgão judicial contrasta com a percepção de que maus-tratos animais persistem na região.
O Ministério Público de Santa Catarina determinou o arquivamento do caso envolvendo o cão Orelha, após apurar que o animal não sofreu tortura nem morte. A matéria original havia apontado indivíduos como responsáveis pelos atos de maus-tratos na Praia Brava.
O autor da publicação original afirmou que os maus-tratos continuam ocorrendo, embora não se restrinjam aos grupos inicialmente mencionados. Ele declarou que os atos envolvem pessoas de diversas idades e classes sociais.
O autor comentou que a ocorrência de maus-tratos conta com a cumplicidade ou omissão de familiares, da sociedade e da lei, indicando a necessidade de maior atenção ao tema.

