Uma mulher foi declarada morta em 1915, após sofrer uma grave crise epiléptica na Carolina do Sul, nos Estados Unidos. A história, que se tornou lenda local, ganhou notoriedade quando a protagonista acordou no próprio velório, gerando grande confusão entre os presentes.
O episódio ocorreu quando um médico examinou a mulher e concluiu que ela não apresentava sinais vitais. A família organizou o funeral no dia seguinte. Naquela época, a ausência de exames modernos tornava o engano mais provável. Quando a mulher compareceu, o sepultamento já havia sido realizado.
Ao insistir para que o caixão fosse aberto, os presentes teriam visto a mulher sentar-se e sorrir. O choque levou algumas testemunhas a fugir, acreditando estar diante de um fantasma. A explicação mais aceita aponta para um estado raro de catalepsia ou uma condição neurológica ligada à epilepsia.
Pesquisadores apontam que a história possui lacunas documentais, e grande parte das versões atuais deriva de relatos publicados décadas depois. Contudo, fontes afirmam que a mulher sobreviveu por cerca de 47 anos após o evento, falecendo na década de 1960.


