A Ordem dos Advogados do Brasil em São Paulo (OAB-SP) suspendeu o exercício profissional de uma advogada e influenciadora em 25 de junho de 2026. A punição, de efeito imediato, impede a atuação na advocacia por até 90 dias, enquanto o processo disciplinar tramita sob sigilo.
A suspensão preventiva, conforme a legislação, pode ser prorrogada sucessivamente até o limite de 360 dias. A OAB-SP informou que apura infrações recebidas por representação ou fatos divulgados publicamente, por meio de seu Tribunal de Ética e Disciplina.
A medida ocorre uma semana após a advogada se tornar ré por organização criminosa e lavagem de dinheiro, em processo ligado à Operação Vérnix. A denúncia do Ministério Público de São Paulo foi recebida pela 3ª Vara de Presidente Venceslau em 18 de junho, investigando supostos repasses de recursos ao Primeiro Comando da Capital (PCC).
A defesa da profissional declarou que a decisão é equivocada e será objeto de recurso imediato. A advogada nega as acusações, afirmando que seus rendimentos têm origem lícita e que ela não possui vínculo com o crime organizado.

