Os Balcãs sentiram o impacto de uma onda de calor sem precedentes, que gerou centenas de mortes adicionais e provocou incêndios florestais em vários países europeus. O calor extremo, que começou em 20 de junho, levou a alertas vermelhos na Croácia e a temperaturas de 39 graus na Sérvia.
A agência francesa de saúde pública informou que a maioria dos óbitos relacionados ao calor envolveu idosos, e alertou que esse número deve crescer. Na Croácia, um alerta vermelho foi emitido para regiões como Zagreb e Split, onde dezenas de bombeiros combateram um incêndio em Vis, no Mar Adriático.
Cientistas afirmaram que a onda de calor é a pior já registrada na Europa, e as condições extremas interromperam a geração de energia e danificaram a infraestrutura. Luca Mercalli, presidente da Sociedade Meteorológica da Itália, disse que as áreas afetadas incluem França, Espanha, Alemanha, Itália, Suíça e Reino Unido.
O presidente da Sociedade Meteorológica da Itália comentou que o risco de incêndios aumenta com o calor extremo, embora tempestades localizadas possam atenuar esse risco. Ele também afirmou que as temperaturas devem subir novamente entre os dias 5 e 6 de julho.

