Autoridades de saúde francesas registraram um aumento significativo de óbitos devido à onda de calor, que foi classificada como excepcional pelo Météo-France. Desde 24 de junho, foram contabilizadas cerca de 1.000 mortes adicionais, com um crescimento de 40% em falecimentos ocorridos em residências.
O órgão de saúde informou que o excesso de mortalidade afeta principalmente pessoas com mais de 65 anos. Os dados indicam que o aumento de óbitos é mais acentuado nas regiões onde foi decretado o nível de alerta vermelho devido às altas temperaturas.
Especialistas em saúde emitiram alertas sobre os riscos das temperaturas extremas para grupos vulneráveis, como idosos, pessoas doentes, crianças pequenas e gestantes. Foi recomendado evitar exposição direta ao sol e a ambientes muito quentes.
O epidemiologista Roman Prymula orientou sobre medidas de prevenção. Ele afirmou que é crucial manter um regime de hidratação, sugerindo a ingestão de pelo menos quatro litros de líquido diariamente. Prymula também alertou que a alternância brusca entre ambientes frios e quentes deve ser evitada, mantendo a diferença de temperatura entre os locais em até 5 a 8 °C.

