O Ministério Público do Amapá realizou a Operação Convergência Nacional na manhã de quarta-feira, 17 de junho. A ação cumpriu 10 mandados de prisão preventiva e 10 de busca e apreensão contra chefes do Primeiro Comando da Capital (PCC) no Amapá e São Paulo.
A operação contou com o apoio da Polícia Militar do Amapá, da Polícia Penal e da Polícia Militar de São Paulo, pois parte dos investigados residia no estado paulista e comandava atividades criminosas no Amapá. As investigações tiveram início em março de 2026, após a apreensão de um adolescente de 16 anos acusado de ato infracional análogo ao tráfico de drogas em Macapá.
O material apreendido com o menor revelou a existência de células internas da facção, denominadas “Disciplina e Progresso”. Essas estruturas eram responsáveis por aplicar punições a membros, ordenar execuções de rivais e fortalecer financeiramente o grupo por meio de atividades ilícitas. As lideranças atuavam no tráfico de drogas e no comércio ilegal de armas de fogo.
Segundo o Ministério Público, os investigados são apontados como responsáveis por tráfico de drogas em várias regiões de Macapá, comércio ilegal de armas e execuções de rivais para expandir o domínio territorial da facção. A ação visa combater a expansão do crime organizado na região.

