Um pai foi afetado pela morte de uma jovem de 21 anos em Limeira (SP), que faleceu após ser lançada sem corda de uma altura de 40 metros durante um salto de rope jump. O pai relembrou o acidente de seu filho, que morreu em 2020 em prática similar do esporte, e espera que a justiça seja diferente desta vez.
O pai afirmou que a morte da jovem reabriu feridas antigas. Ele disse que convive diariamente com a saudade do filho, que morreu em 2020 após um acidente de rope jump em Minas Gerais. Segundo investigações da época, o falecimento ocorreu porque a extensão da corda foi calculada incorretamente, fazendo com que o jovem atingisse o solo.
No caso atual, três pessoas são investigadas em Limeira por homicídio com dolo eventual, sob suspeita de que a jovem foi lançada sem estar presa ao sistema de segurança. O pai espera uma responsabilização mais rigorosa, diferente do que ocorreu com seu filho.
No acidente anterior, o responsável foi indiciado por homicídio culposo e firmou um Acordo de Não Persecução Penal (ANPP) com o Ministério Público, pagando R$ 3 mil em 44 parcelas de R$ 500. A decisão deixou a família inconformada, sentindo impunidade. O pai disse: “Espero que a Justiça condene os responsáveis e que eles paguem pelo que fizeram.”

