O governo espanhol recebeu o discurso do Papa como um suporte político em um momento de grande tensão no país. O líder religioso reforçou pautas centrais do presidente Pedro Sánchez, como o apoio à imigração e a defesa do não à guerra.
A visita do Papa à Espanha ocorreu em um contexto de política nacional tensa e turbulência judicial envolvendo o Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE). Em suas intervenções, especialmente no Congresso, o Papa manifestou apoio a dois pontos centrais da política do presidente Sánchez.
Um desses pontos é o discurso pró-imigração, que inclui a regularização de migrantes com o respaldo da Igreja. O outro elemento defendido foi a posição de não à guerra, alinhada à declaração do presidente Sánchez sobre o conflito iniciado por um líder americano no Irã.

