A 30ª Parada LGBT+ de São Paulo reuniu público em massa no domingo (7) para manifestações políticas e celebração esportiva. Participantes vestiram verde e amarelo em ato contra o bolsonarismo e em apoio à seleção brasileira, antecipando a Copa do Mundo.
O evento, que teve como tema “A Rua Convoca, a Urna Confirma”, começou na Avenida Paulista com discursos contra a extrema direita e defesa de candidaturas que apoiam causas LGBTQIA+. O desfile contou com a presença de políticos e candidatos de esquerda, incluindo a deputada federal Sâmia Bomfim (PSOL) e os deputados estaduais Eduardo Suplicy, Beth Sahão (PT) e Mônica Seixas (PSOL).
A adesão às cores nacionais, mesmo sem solicitação da organização, foi vista por alguns como um ato político. Um promotor de eventos afirmou que o público da direita utiliza as cores do Brasil em atos políticos, e ele participou vestindo verde e amarelo para reivindicar esse direito.
Além da pauta social, os participantes demonstraram apoio à seleção brasileira. Um estudante de 21 anos declarou que veio vestido de verde e amarelo por causa da Copa do Mundo, que terá estreia contra Marrocos no dia 13, na região de Nova York. O desfile, que teve 14 trios elétricos, começou às 10h na Avenida Paulista e seguiu pela Rua da Consolação, com shows de Pabllo Vittar, Gloria Groove, Thiago Pantaleão e Melody.


