Líderes empresariais da CEOE alertaram para o aumento do absenteísmo no país, pedindo que a Previdência Social custeie os salários e as contribuições de trabalhadores afastados e de seus substitutos.
O presidente da patronal da hotelaria, José Luis Álvarez Almeida, resumiu o impacto do absenteísmo dizendo que, em um estabelecimento, a ausência de um chefe de cozinha pode forçar o fechamento. Em uma jornada organizada pela CEOE, mais de vinte líderes empresariais de diversos setores fizeram um apelo à sociedade.
Antonio Garamendi, presidente da patronal, solicitou que, enquanto não houver medidas para conter as ausências, a Previdência Social cubra as contribuições e os salários do trabalhador nos primeiros 15 dias de afastamento. A solicitação também abrange as contribuições de contratos feitos para substituir o funcionário ausente.

