As pausas para hidratação adotadas nas partidas da Copa do Mundo se tornaram um ponto de interesse comercial. Segundo um comentarista, a interrupção gera novas janelas de publicidade para emissoras e patrocinadores, além de ser um ativo de receita para a FIFA.
A medida, inicialmente focada no bem-estar dos atletas devido às altas temperaturas, passou a ter um grande apelo comercial. O comentarista explicou que, durante as partidas da FIFA, as emissoras enfrentam restrições para inserir publicidade enquanto a bola rola. As pausas oferecem espaço para anúncios e ativações de patrocinadores oficiais do torneio.
A própria FIFA passou a comercializar esse momento, transformando a pausa em fonte de receita. O especialista avalia que essa tendência deve se manter nas próximas edições da Copa do Mundo. Além disso, ele comentou sobre a possibilidade de expansão do torneio, com discussões sobre 64 equipes a partir da década de 2030.
O aumento no número de seleções, segundo o comentarista, ampliaria o alcance comercial e a arrecadação para a FIFA. Ele afirmou que um torneio maior facilitaria a divisão de partidas entre os países sedes, potencializando público e receitas futuras.

